domingo, 14 de agosto de 2011

Vídeo clipe de “Yoü and I” será lançado em menos de uma semana

Lady Gaga atualizou seu twitter na tarde deste sábado (13), e para a felicidade de todos ela anunciou que o vídeo de “Yoü and I” será lançado em menos de uma semana.


@ladygaga: Less than a week.
Tradução: Menos de uma semana.


Restam agora apenas 6 tweets para o lançamento do vídeo. Ansiosos?

Lady GaGa pode participar de tributo à Britney Spears no VMA 2011

Este ano no MTV Video Music Awards 2011 será feito um tributo à Princesa do Pop Britney Spears – e alguns rumores já começam a aparecer sobre quais os artistas irão participar da homenagem. Um produtor da MTV, postou em seu twitter uma foto do que parece ser um pedaço de papel descrevendo o que vai acontecer no VMA, e a lista de quem estará participando do tributo – lista essa que revela que Lady GaGa irá cantar o sucesso “Circus” de Britney.

Outros artistas também aparecem na lista, cada um com uma música definida para 


Selena Gomez – “… Baby One More Time”
Katy Perry – “Oops … I Did It Again”
Janet Jackson – “I’m a Slave 4 U ”
Demi Lovato – “Toxic”
Ke$ha & Nicki Minaj – “Gimme More”
Lady GaGa -”Circus”
Britney Spears – “Hold It Against Me / I Wanna Go”

Décima primeira semana de vendas do Born This Way

Esta semana, com 25.449 cópias vendidas, “Born This Way”, se estabiliza na posição de número #11 na Billboard 200. Em 11 semanas, o álbum já vendeu mais de 1 milhão e 672 mil cópías no país.


Em sua décima semana de vendas no Reino Unido, “Born This Way”, sobe uma posição e ocupa a 6ª colocação, com 10.022 cópias vendidas. O álbum já passa da marca de 510 mil cópias vendidas em solo britânico.


No mundo, “Born This Way”, também sobe uma posição e ocupa agora o #4 lugar dos álbuns mais vendidos com 106 mil cópias comercializadas, 7 mil a menos que a semana anterior. Sendo assim, o álbum chega a incrível marca de 4.035.000 cópias vendidas em 11 semanas.

Lara Stone não acha Lady GaGa “sexy”

A modelo Lara Stone, que é o rosto da campanha Naked Glamour da Calvin Klein, e é presença recorrente em grandes editoriais de moda, disse em recente entrevista que Lady GaGa não é sexy.
“A maioria das pessoas pode ser feita para parecer bonita – alguém pode deixar seu cabelo bonito e te maquiar – mas ser sexy é algo que vem de dentro e nem todo mundo tem isso. Eu acho que nem eu tinha, mas muito disso tem a ver com confiança. Lady GaGa, por exemplo, andando de sutiã e calcinha ela tenta,mas ainda assim ela não é sexy, na minha opinião.”

Avó de Lady GaGa adora sua música

Angelin Germanotta, avó de Lady GaGa revelou que sempre escuta as músicas de sua neta e não se importa com as roupas usadas por ela, porque ela não pode vê-las.
“Eu sou cega, então eu realmente não vejo as roupas sexys. Só vejo suas pernas quando ela está na TV, então é bom que ela use aquelas roupas, para que eu possa visualiza-la.”


A avó de GaGa também revelou que nem sempre foi assim, e que GaGa era uma estudante que fez toda a sua lição de casa.


“Ela usava jeans e apenas roupas comuns com a família, era uma estudante correta que fez toda a sua lição de casa e ia à missa.”

Dolly Parton fala sobre Lady GaGa

A “Rainha do Country”, Dollyt Parton, revelou em entrevista a Elle Magazine que deseja colaborar com Lady GaGa em algum momento.
“Eu adoraria cantar em uma de suas músicas, isso não seria legal? Eu era ultrajante muito antes dela. Eu me vestia loucamente bem antes dela ter nascido. Eu posso muito bem lidar com o que ela está fazendo.” disse Dolly.

Lady GaGa é entrevistada pelo Popdust

O famoso blog musical Popdust entrevistou Lady GaGa recentemente – alguns dos pontos principais debatidos na entrevista foi a cultura pop, músicas preferidas de GaGa e o “Born This Way”. Confira abaixo a tradução da entrevista na íntegra:
Popdust: Acabamos de montar o nosso ranking das 40 maiores estrelas pop do mundo, e você, Lady GaGa, ocupa o 1º lugar como artista nas 40 Popdust.


Lady GaGa: Eu?


PD: Sim, você.


LG: Oh meu Deus!


PD: Você é tão boa em representar!


LG: Não, sério! Uau! Estou muito honrada. Obrigada.


PD: De nada. Uma das categorias que concebeu o Popdust 40 é de “Melhor Canção.” E a sua música “The Edge of Glory” é a terceira melhor. Você concorda?


LG: Bem, é tão difícil de dizer. Eu amo muito todas as minhas canções.


PD: Claro… uma mãe ama todos os seus filhos igualmente. Vamos começar com esta: Se você tivesse, você poderia nomear sua favorita?


LG: Bem, “Bad Romance” tem um lugar especial no meu coração porque significou muito para os little monsters quando ela foi lançada. Eu também acho que “You and I” é uma das melhores músicas que eu já escrevi. Mas a terceira melhor música… [longa pausa] Bom, eu suponho que eu teria que dizer que é “Poker Face”. Mas veja, eu tenho sentimentos muito diferentes sobre canções diferentes em momentos diferentes. Eu também poderia dizer que “Fooled Me Again” é uma das melhores canções que eu escrevi, e que nunca esteve em nenhum dos meus álbuns. Eu poderia dizer que “Marry the Night” é minha terceira melhor canção, ou “Americano”. Eu passo por esses renascimentos artísticos onde eu imagino minhas canções de formas completamente diferentes. Mas eu acho que eu diria que a minha terceira melhor música é “Poker Face”.


PD: O Popdust 40 é uma lista ordenada, e como a maioria dos artistas afirmam que odeiam ser comparados a seus “semelhantes”, estou curioso: Você se considera uma pessoa competitiva?


LG: Sou muito ambiciosa, muito impulsionada. E eu sou competitiva, baseado em vários anos de rejeição, tantos anos ouvindo “não”. Eu acredito que a rejeição me transformou em algo positivo. Eu disse, “eu posso fazer isso. Eu posso ser maior. Eu sei o que tenho que fazer.”


PD: Você é o tipo de pessoa que estuda seus contemporâneos na parada pop?


LG: Claro, eu gosto de estar ciente. Mas eu estou realmente interessada em entender como eu posso ultrapassar as fronteiras da música pop de alguma forma. Quando eu fiz o “Born This Way”, eu olhei para música de dança e vi a direção que estava seguindo. Então, eu pensei sobre onde eu estava na minha vida e foi ai que eu comecei a tentar a me expressar, e eu tentei criar este híbrido de dança underground e de música que seria a voz da minha geração, e o espírito do hino, rock n ‘roll rebelde . Isso é o que “Born This Way” é.


PD: Uma coisa que eu pensei que você e Amy Winehouse tem em comum, é que, como você, ela era uma pessoa de fora que trabalhava em cima da música pop e remodelou o mainstream a sua imagem, e não o contrário. Será que isso soa verdadeiro para você?


LG: Isso é uma coisa justa a dizer. Lembro-me de um momento com bastante carinho em 2007. Eu estava em um Duane Reade no Lower East Side com a minha amiga Lady Starlight, comprando cola de cílios pustiços. Amy tinha acabado de ser capa da Rolling Stone, por Terry Richardson. Nós vimos a Rolling Stone, e Starlight olhou para mim e disse: “Se Amy pode, acho que você também pode.” Amy viveu o blues, o que é muito diferente de mim. Houve dor genuína em sua voz. Ela era tão vulnerável e tão forte. Eu realmente adoro a música dela. Ela foi a única artista contemporânea que na época, que me deu alguma esperança de que eu tinha uma chance de ser parte da música pop mainstream.


PD: Como você avalia o estado atual da música pop?


LG: Acho que o pop está sempre mudando, e espero que após a minha morte morte nunca deixe de ser assim. A arte é projetada para ser diferente de um momento para outro, e as canções devem refletir isso. Elas não devem ser as mesmas. Essa é a minha ambição como artista. Eu não estou particularmente obcecada com a forma como minha carreira vai ser vista quando acabar. Estou muito mais obcecada com o que eu vou criar ao longo do caminho e como eu sou dedicada a cada criação.


PD: O que você diria, em resposta àqueles que menosprezam a contemporânea dance-pop e Top 40 como inferiores gêneros musicais, especialmente se comparado ao rock baseado em guitarras tradicionais?


LG: Eu apenas repreendo esse ponto de vista.


PD: O que você aprendeu sobre si mesmo desde que você começou a promover o “Born This Way”?


LG: Eu aprendi que para ser um grande artista, você deve estar emocionalmente muito fina.


PD: O que você quer dizer com “emocionalmente fina”?


LG: Suas lágrimas, sua raiva e sua felicidade deve estar apenas sob a superfície de sua primeira camada de pele.


PD: É que o mesmo que estar vulnerável?


LG: Sim. Mas eu gosto de dizer “emocionalmente fina” porque é muito mais dramático. Vulneráveis ​​para mim implica apenas em lágrimas.


PD: Qual é a desvantagem de ser tão “emocionalmente fina”?


LG: Bem, na minha mente, para ser um grande artista tem de ser público em todos os momentos. E ainda faço parte de um setor que desafia o pop feminino de frente, armas a-chamas. Eu tenho que ser emocionalmente fina, mas igualmente forte e impermeável.


PD: E como é que a indústria deve evitar isso?


LG: O desafio é que o que os outros vêem como artifícal, a minha peruca, minha maquiagem, minhas roupas, meu amor por show business e teatro, para mim essas são as tintas na minha paleta. Essas coisas não são artifícios. Essas coisas são a minha realidade. Mas eles criam uma fronteira entre mim e o público, que eu tenho que quebrar. As pessoas se perguntam, “Será que ela é real? É tudo um ato?” Mas a minha pergunta é, “Desde quando é que o ato se tornar uma coisa ruim?” Show business tem sido sempre sobre o ato. Não tem?

Lady GaGa entrevista Debbie Harry para a revista Harper’s Bazaar

Lady GaGa se sentou com Debbie Harry para a revista Harper’s Bazaar, em uma entrevista exclusiva onde GaGa perguntou à Debbie sobre muitas coisas inclusive seu futuro álbum, ser um ícone e sua famosa cor de cabelo. Confira a entrevista à seguir!






(Lady GaGa ao lado de Debbie Harry, Elton John e Bruce Springsteen no Carnegie Hall em 2010)


Debbie Harry: Eu estava pensando na primeira vez que nos encontramos. Foi no Carnegie Hall.


Lady Gaga: Eu lembro que eu estava bem nervosa perto de você [risos]. Eu ouvi seu novo álbum, Panic of Girls [lançamento em 23 de setembro], e eu amei, e eu tenho algumas perguntas para você. Depois de tudo que você passou – tantos álbuns, tours, a realidade de ser a mulher mais icônica no rock ‘n’ roll – qual é a primeira coisa que vem à sua mente quando você vai decidir o próximo álbum que quer escrever?


DH: Na verdade eu nunca fiz um álbum que fosse uma peça conceitual determinada. É um processo de pensamento contínuo. Especialmente quando eu trabalho com Chris [Stein, co-fundador da Blondie], isso vira automaticamente uma história encapsulada de uma época em particular, mas eu acho que não é tão fácil dizer que é uma peça conceitual. Basicamente eu quero alcançar e dividir minhas experiências.


LG: Eu amei essa resposta, porque estou sempre obcecada pelo conceito. Uma das minhas músicas favoritas do seu novo álbum é “The End the End.” Minha letra favorita é “You’re my one and only chance/Você é minha única chance; let’s walk before we dance/vamos andar antes de dançar.” É sobre encontrar a pessoa que irá passar o resto da vida, e “the end” representa o fim da vida? Na verdade eu acabei de lançar uma música chamada “The Edge of Glory” porque eu tive minha primeira experiência com a morte, mas o que isso significa para você?


DH: É, acho que você acertou em cheio. É sobre ter um relacionamento duradouro. É provavelmente uma noção romântica, mas é verdade que esse é o relacionamento da sua vida. Vai indo, e você está fazendo de tudo para passar o fim com essa pessoa.


LG: Minha outra favorita, eu acho, é “Words in My Mouth.” O que te inspirou para escrever essa música?


DH: De algum jeito, eu fiquei ligada à Shirley [Manson] de Garbage. Eu a encontrei quando ela era uma adorável menininha, e na verdade nós dividimos o mesmo empresário quando ela fez Garbage.


LG: Eu sou uma grande fã de Garbage. Quando eu estava no ensino fundamental, eu tinha uma coleção dos seus álbuns e dos álbuns de Garbage. Eu costumava colocá-los no meu Discman e andar pelo meu quarteirão porque minha mãe não deixava eu andar mais que um quarteirão sozinha.


DH: Isso é tão fofo. De qualquer forma, ela me disse que estava procurando uma nova música, então eu escrevi a música para ela. Eles não usaram no final. Então eu usei.


LG: É difícil fazer músicas que você fica feliz artisticamente e então fica sabendo que você tem uma gravadora e ela tem que ser comercial. Me conte mais sobre “China Shoes.” Na verdade eu comecei a chorar quando eu ouvi pela primeira vez.


DH: Você é uma artista, e você está sentindo coisas e dando a eles sua própria interpretação; nós abraçamos isso, e a emoção nos toca, e então nós aplicamos isso à nossas vidas. Quero dizer, mesmo brincando, você sabe como mulheres se sentem sobre seus sapatos [risos]. Se torna muito importante.


LG: Me emocionou muito mesmo. Me fez lembrar muito da minha vida, especialmente quando você menciona Brooklyn, porque eu moro em Brooklyn. Me lembrou de como às vezes eu sinto que momentos da minha vida são interrompidos porque sou muito dedicada ao meu trabalho. E constantemente sinto que meus sapatos são a única parte de mim que sabem o que estou fazendo o tempo todo porque estão sempre comigo. Tem um par de botas que eu sempre uso, e às vezes quando estou muito sozinha no meu quarto de hotel, eu olho para eles e penso como eles realmente são as únicas coisas na minha vida que sabem exatamente pelo que eu passei o dia todo. Então é sobre isso que a música fala, ou tem algum outro significado?


DH: Eu tento colocar um núcleo de real sensibilidade e fazer as palavras bem infantis de tão simples, essa pessoa está indo embora, e estou sentindo muita falta dela. Eu não irei me recuperar a não ser que ela volte logo, e eu irei deixar esse bilhete na parte de trás de um livro porque eu sei que você irá ler quando estiver viajando.


LG: Isso é tão engraçado porque eu tinha um namorado que era escritor, e eu costumava colocar recados em seu livro, então isso significa muito para mim. Eu sei que parece loucura que a letra se encaixa perfeitamente na minha vida, mas essa música é realmente muito bonita.


DH: Eu também estou amando, e na verdade nós tocamos agora nos shows. Eu vi um dos seus shows, aliás. Eu fui ao Garden. Foi fantástico.


LG: Oh, você estava no Garden? Na verdade, talvez tenha sido melhor que eu não soubesse que você estava lá porque eu ficaria muito nervosa.


DH: Quero dizer, é um show extenso. Aquilo é muito trabalhoso.


LG: Mal posso esperar para ver seu show. Eu diria que todos os leitores deveriam comprar seu álbum apenas pela música “Le Bleu” sozinha. Eu quero só desligar as luzes e tomar um banho na banheira com bolhas e pensar sobre amor.


DH: AH, você toma banho com bolhas!


LG: Às vezes. [risos]


DH: Eu conheço seu vestido de bolhas.


LG: Eu tomaria um banho de bolhas com meu vestido de bolhas! Agora, isso é uma pergunta primordial, você tem consciência do tremendo efeito que você teve nas mulheres quando tingiu a parte debaixo do seu cabelo loiro de preto? Porque quando eu experimentei um loiro diferente, como quando eu fiz aquele loiro bem amarelo e aquele loiro meio azul e aquele loiro lavanda, eu coloquei uma raiz preta por sua causa.


DH: Eu fiz isso por questões práticas porque eu estava sempre cuidando do meu próprio cabelo e eu não achava que podia usar preto. Mas eu acabei gostando muito de ter atrás meio como o lado escuro da lua. Porque quando eu estava na escola, esse era um dos meus apelidos: Lua. Parecia perfeito, que lá estava eu com o lado claro da lua e o lado escuro da lua.


LG: Isso tinha alguma coisa a ver com Pink Floyd?


DH: Não [risos]. Poderia ter sido; você sabe como as coisas se infiltram no nosso pensamento.
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